sobre mim e viver de amor

sobre mim e viver de amor

não tem dica de decoração hoje. Mas o papo é de coração 🙂 também não é post sobre organização. Quer dizer, tem organização, mas não é pra casa. Tô aqui tentando organizar meus pensamentos e resolvi compartilhá-los com você uma receita milagrosa sobre viver de amor. Então se você tá na rua, tá em casa, tá pelo celular, pelo tablet ou pelo computador, para 5 minutinhos pra conversar comigo. O assunto é importante. Pelo menos pra mim.

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nosso pinheirinho de Natal

Pinheirinho de Natal

se dizem por aí que essa época do ano é mágica, eu só posso concordar 🙂 Ano passado, nos conhecemos melhor bem nessa época em que estamos – quase Natal. Como em qualquer bate-papo dos bons, um assunto levou facilmente a outro e começamos a falar sobre a festa que estava chegando. Então ele me contou uma história: quando criança, ele e o pai tinham a tradição de encontrar um belo pinheirinho de Natal pra enfeitar a casa. Um pinheirinho de verdade, igual dos filmes americanos.

aquilo ficou na minha cabeça. Eu, que nunca fui ligada em decorar a casa pro Natal, tava ao lado – junto! – com o cara que passou a infância colocando presentes embaixo de um verdadeiro pinheirinho de Natal. Tava na hora de eu mudar meus hábitos natalinos.

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a beleza do feito à mão (o tal ‘handmade’)

Feito à mão: a beleza e a história do handmade

isso tudo que a gente chama de design nasceu lááá atrás, do tal do ‘feito à mão’ – essa expressão que beira à simplicidade e cativa os corações mais sensíveis. Durante muito tempo, os artesãos eram os responsáveis por produzir todos os itens de uma casa – afinal, não existiam máquinas, produção em massa, fast shop… O trabalho era manual do início ao fim. Aliás, artesanato é justamente isso: uma produção na qual não há divisão do trabalho, especialização das etapas; é o artesão que faz tudo, do começo ao fim, geralmente no quintal de casa ou no seu ateliê.

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Qual é o seu estilo? Quem é você?

quando eu tinha 17 anos fazia chapinha no meu cabelo quase todos os dias – eu era loira, aliás. Coloquei um piercing no umbigo, uma vez (tirei três dias depois). Tenho tatuagem de estrelinha (certas coisas são pra sempre…). Quando a psicóloga me perguntou, há dois meses, quem eu sou, pensei um pouco antes de responder. Ela não aceitou nem a primeira nem a segunda resposta. Na terceira ela me olhou com uma cara de “é disso que eu tô falando” que me deixou orgulhosa – não por ter acertado a resposta, mas por ter gostado dela. Às vezes a gente quer seguir a maré e no embalo das ondas acaba se perdendo. 

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